sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Pensamento do dia

"Se você quer que seus sonhos se tornem realidade, acorde"!

João 8:32

"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará".

Para Refletir


“No primeiro nível o mundo virtual é um destino redentor porque é para ele que podemos fugir, agora mesmo, das aflições mais imediatas da existência. Se a experiência cotidiana nos derruba e oprime, no abrigo da internet podemos ser finalmente quem somos, livres das limitações e constrangimentos da vida real.
Na internet ninguém precisa envelhecer, e você pode usar para identificar o seu perfil aquela foto boa de 2002. Os relacionamentos virtuais dispensam os embaraços, cheiros, ruídos e usanças da vida real: você não precisa fechar a porta do banheiro, pode sair da conversa tão repentinamente quanto quiser, é livre para deixar a escova de dentes em cima da pia, tem autonomia para descartar um parceiro em favor de outro sem precisar mover-se da cadeira.
No oásis do ciberespaço alguém está sempre pronto pra te entender e pra te desejar: aqui você encontra gente apaixonada por aqueles assuntos interessantes que sua família e seus amigos insistem em ignorar, e acha estímulo e vazão para todas as suas imaginações sexuais.
Resistir é inútil: estar sozinho com a internet é ter toda a companhia e todo o conforto que alguém pode desejar. Ninguém na sua casa te entende, mas @pikachu1981 quer te levar para a cama. Você pode se sentir solitário, mas o Matheus Feltrinelli acaba de visitar o seu perfil no Facebook. As raposas tem suas tocas e as aves tem seus ninhos, mas aqui você tem onde reclinar a cabeça. A Terra pode estar encolhendo, mas o universo da internet está em permanente expansão, e só estamos contemplando os primeiros segundos de seu irresistível Big Bang.
Este domínio de plenitude e de realização, que está em todo lugar estando em lugar nenhum, é o céu do terceiro milênio. E, com um novo céu desses, quem precisa de uma nova terra?”
Paulo Brabo

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Explicando Deus

"Um  certo dia, a professora perguntou as crianças quem saberia explicar quem   é Deus?
Uma das crianças levantou o braço e disse:
- Deus é o nosso pai, Ele fez a terra, o mar e tudo que está nela; nos fez como filhos dele.
A professora, querendo buscar mais respostas, foi mais longe:
- Como vocês sabem que Deus existe, se nunca O viram?
A sala ficou toda em silêncio...
Pedro, um menino muito tímido, levantou as mãozinhas e disse:
- A minha mãe me disse que Deus é como o açúcar no meu leite que ela faz todas as manhãs, eu não vejo o açúcar que está dentro da caneca no meio do leite, mas se ela tira, fica sem sabor. Deus existe e está sempre no meio   de nós, só que não O vemos, mas se Ele sair de perto, nossa vida fica...sem   sabor.
A professora sorriu, e disse:
- Muito bem Pedro, eu ensinei muitas coisas a vocês, mas você me ensinou algo mais profundo que tudo o que eu já sabia. Eu agora sei que Deus é o nosso açúcar e que está todos os dias adoçando a nossa vida!
Deu-lhe um beijo e saiu surpresa com a resposta daquela criança.
A sabedoria não está no conhecimento, mas na vivência de DEUS em nossas vidas, pois teorias existem muitas, mas doçura como a de DEUS não existe ainda, nem mesmo nos melhores açúcares...
Tenha um bom dia e não se esqueça de colocar "AÇÚCAR" em sua  vida.
DESCONHEÇO O AUTOR

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Pensamento do dia

"Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade".
Clarice Lispector

Hebreus 13:8

"Jesus é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente".

A Rede Globo, a Babilônia e a Pérsia

A  história da Babilônia remonta os tempos mais antigos da história humana. Foi ali, na Babilônia, que os homens decidiram construir uma torre com o propósito de se tornarem famosos (Gn 11.4). Eles só não concluíram a torre porque Deus agiu e, confundindo-lhes a língua, dispersou-os por toda a terra. Mas nem todas as pessoas se mudaram da Babilônia. Durante anos, décadas e séculos a cidade da Babilônia permaneceu ativa na Mesopotâmia, influenciando e sendo influenciada pelas culturas e religiões dos povos à sua volta. Babilônia, como o próprio nome indica, tornou-se o “portão dos deuses”: um lugar aberto a tudo e a todos, onde proliferavam os mais diversos cultos, religiões, idolatrias, práticas de adivinhação, e também festas, bebedices, imoralidades e comércios de todo tipo.
No ano de 586 a.C., o Reino de Judá foi derrotado e conquistado pela Babilônia. Com o propósito de enfraquecer a identidade dos povos conquistados, os babilônios arrancavam as pessoas de sua terra natal e as enviavam para o exílio, espalhando-as e misturando-as com outros povos. Era uma estratégia de guerra e conquista que tinha a intenção de fazer com que os povos conquistados não mais levantassem a bandeira de sua terra natal, de seus costumes, de sua religião e de seus princípios, mas antes fossem engolidos e assimilados por outros povos, culturas e religiões. Foi isso que os babilônios tentaram fazer com os judeus ao arrancarem-nos da Palestina e de Jerusalém. A intenção era fazer com que os judeus assimilassem e fossem assimilados pela cultura babilônica.
O tempo passou (aproximadamente 70 anos, contados a partir da queda de Jerusalém) e o império babilônico se desfez. Diversos problemas internos e revoltas externas catapultaram a dissolução do império. Internamente, havia disputas de poder; e, externamente, os povos decidiram que não mais se deixariam assimilar pela cultura babilônica. Eles não queriam se perder naquela cultura, antes, preferiam manter a própria identidade cultural e religiosa. O povo Judeu era um desses tantos grupos que decidiu se opor à assimilação e manter a própria identidade.
Com a queda do império babilônico e da sua malfadada tentativa de descaracterizar os povos, a Pérsia assumiu o cenário internacional. Ao invés de tentarem destruir a identidade dos povos com o propósito de enfraquecê-los e conquistá-los, os persas decidiram resgatar a identidade dos povos a fim de fortalecê-los e tê-los como aliados. Por essa razão, Ciro escreveu um decreto permitindo e encorajando a volta de todos os judeus para a Palestina. Ele inclusive patrocinou a reconstrução do templo em Jerusalém, pedindo aos judeus que orassem por ele. Não que Ciro tivesse se convertido ao Deus do Céu. Ele não pensava religiosamente, mas sim politicamente. Ele queria ter aliados políticos a fim de manter o seu império. Enquanto Ciro pensava a partir da perspectiva política, o povo Judeu pensava a partir da perspectiva divina. Para eles, não importava se Ciro queria alcançar favores políticos, mas, sim, que Deus o estava usando para que o Templo fosse reconstruído, o fogo do altar fosse reaceso, a adoração fosse restaurada e o povo judeu pudesse reafirmar a sua identidade como povo de Deus. Portanto, ao invés de levantarem a voz contra Ciro, eles decidiram agradecer e adorar a Deus pela porta que havia sido aberta.
A igreja evangélica brasileira passa por um momento parecido. Se antes, havia uma tentativa de desacreditar e descaracterizar a igreja evangélica por meio de caricaturizações, hoje existe uma tentativa de aproximação dos evangélicos. A Rede Globo, por exemplo, que é uma empresa de comunicação plenamente comercial, tem se aproximado dos evangélicos. Ela faz isso não porque tenha se convertido a Jesus, mas, sim, porque reconheceu que os evangélicos se tornaram numerosos no país, e, consequentemente, uma força consumidora. Portanto, ao invés de manter uma ofensiva contra os evangélicos, a Rede Globo decidiu encorajar e patrocinar cultos com o propósito de conseguir ganhos de audiência. Enquanto a Rede Globo pensa a partir da perspectiva comercial, a igreja evangélica precisa pensar a partir da perspectiva divina. Se Deus usou Ciro para que o culto no Templo de Jerusalém fosse restabelecido, será que Ele não teria poder para usar a Rede Globo para que a mensagem do evangelho seja proclamada, o nome de Jesus seja levantado e a identidade da igreja seja reafirmada? Ainda que muitos possam duvidar, Deus continua tendo todo o poder! Portanto, ao invés de levantarmos a voz contra Ciro, que tal agradecermos e adorarmos ao Senhor por essa porta que foi aberta!?
Gustavo Bessa

domingo, 8 de janeiro de 2012

Pensamentos do dia:

"No silêncio das palavras, ouve-se o grito das emoções".
Marize Martins

Salmos 18:1-2

"Eu te amarei, Oh Senhor, fortaleza minha
O Senhor é meu rochedo, o meu lugar forte e o meu libertador.
O meu Deus, a minha fortaleza em quem confio.
O meu escudo, a força da minha salvação e o meu alto refúgio"..

Amizade

Amizades são feitas de pedacinhos. Pedacinhos de tempo que vivemos com cada pessoa.

Não importa a quantidade de tempo que passamos com cada amigo, mas a qualidade do tempo que vivemos com cada um.

Cinco minutos podem ter uma importância muito maior do que um dia inteiro. Assim, há amizades que são feitas de risos e dores compartilhados; outras de escola; outras de saídas, cinemas, diversões; há ainda aquelas que nascem a gente nem sabe de quê, mas que estão presentes.

Talvez essas sejam feitas de silêncios compreendidos, ou de simpatia mútua sem explicação.

Hoje em dia, muitas amizades são feitas só de e-mails e essas não são menos importantes.
São as famosas "amizades virtuais." Diferentes até, mas não menos importantes.

Aprendemos a amar as pessoas sem que possamos julgá-las pela sua aparência ou modo de ser, sem que possamos   ( e fazemos isso inconscientemente às vezes) etiquetá-las.

Há amizades muito profundas que são criadas assim.

Saint-Exupéry disse: "Foi o tempo que perdestes com tua rosa que fez tua rosa tão importante." E eu digo que é o tempo que ganhamos com cada amigo que faz cada amigo tão importante. Porque tempo gasto com amigos é tempo ganho, aproveitado, vivido.

São lembranças para cinco minutos depois ou anos até. Um amigo se torna importante pra nós, e nós para ele, quando somos capazes, mesmo na sua ausência, de rir ou chorar, de sentir saudade e nesse instante trazer o outro bem pertinho da gente.

Dessa forma, podemos ter vários melhores amigos de diferentes maneiras. O importante é saber aproveitar o máximo cada minuto vivido e ter depois no baú das recordações horas para passar com os amigos, mesmo quando estes estiverem longe dos nossos olhos.

Letícia Thompson